segunda-feira, 19 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
Tailândia - 泰国
Como as aves que fogem do frio, em janeiro eu também desci para algum sul. Ou, sendo mais preciso: desci para o Sudeste asiático. Primeiro ponto, Bancoc (Bangkok)Tailândia, atual capital. Mas ali, o ponto central da minha visita seria Ayuthaya, antiga capital. Não entendo muito bem o meu fascínio por ruínas. Ou melhor, por trilhas e marcas deixadas pelos mais remotos ancestrais, humanos e naturais. Ao refletir percebo o quase desaparecimento de todas as grandezas, resistindo apenas o cheiro do esforço coletivo.
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Tailandia
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
I - (eu)
Quarenta e tantos anos
algumas roupas
e um Sol
II- (eles)
Estados e Estados
a reinar,
a moldar,
a decifrar...
Tudo em vão
Aprendi a deslizar pelo furo-vazio
por onde sempre entram
para vigiar-me
III- (eles & elas)
Os Estados e as máquinas
engrenagens perdidas
em direções
previsíveis
IV - (Nós)
Poesia rebelde,
sem ódio,
sem máscara,
sem culinária.
José Medeiros da Silva (施若杰)
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Basha, uma aldeia Miao com um povo especial
11 de julho de 2011. Depois de umas 6 ou 7 horas em um ônibus, chego em Congjian. Nas imediações, queria visitar dois povos. Dong e Miao. Eu acabara de sair de uma aldeia Miao, a maior da China dessa nacionalidade. Mas eu queria encontra-me com a menor e mais "primitiva": Basha.
Foi sem duvida um dos momentos mais marcantes dessa viagem. A aldeia 'e muito pequena, mas eu decidir ficar 4 dias. Estava tudo muito tranquilo. E eu sabia que estava mergulhado em uma profundidade de passados muito especial... Algumas fotos ajudam a traduzir esses sentimento de interação com formas de humanidades tao especiais...
Foi sem duvida um dos momentos mais marcantes dessa viagem. A aldeia 'e muito pequena, mas eu decidir ficar 4 dias. Estava tudo muito tranquilo. E eu sabia que estava mergulhado em uma profundidade de passados muito especial... Algumas fotos ajudam a traduzir esses sentimento de interação com formas de humanidades tao especiais...
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Vilarejo Xijiang, da etnia Miao
09 de julho de 2011. Ao chegar no vilarejo senti uma felicidade especial. As pessoas, a casa, o arrozal, a presença de turista... Mas tudo em harmonia, como as casas subindo as montanhas.
Essa é a maior aldeia da etnia Miao na China. São cerca de mil casas e seis mil pessoas (http://portuguese.cri.cn/721/2010/09/30/1s127304.htm)
Dormir no vilarejo, percorrer o arrozal, sentir as vielas e observar o ritmo de como a vida corre por ali foi mais uma dadiva especial que recebi da vida.
Essa é a maior aldeia da etnia Miao na China. São cerca de mil casas e seis mil pessoas (http://portuguese.cri.cn/721/2010/09/30/1s127304.htm)
Dormir no vilarejo, percorrer o arrozal, sentir as vielas e observar o ritmo de como a vida corre por ali foi mais uma dadiva especial que recebi da vida.
terça-feira, 26 de julho de 2011
kaili, Guizhou - 凯里贵州 - Minorias étnicas
08 de julho de 2011. Ao entardecer pego um trem para Kaili, uma das portas para se conhecer uma outra China, a China das minorias étnicas. E esse era o meu proposito principal em Guizhou. A viagem foi relativamente rápida, umas três horas. Como já era noite, apenas descansei. Pela manha dei uma volta rápida pela cidade para observar a cidade e contemplar parte do cotidiano de algumas pessoas...
O bilhete de trem
Uma cena muito comum
O museu
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